Projeto Insubstituível · plano de lançamento
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Apresentado por
Altavance Media
Preparado para
SuemiProjeto Insubstituível
Do sonho para o plano

Você sonhou com um produto. Aqui está ele pronto para vender.

Peguei tudo o que você me mandou e transformei em plano de lançamento: nome, oferta, preço, esteira de produtos, funil desenhado página por página, onde vender e quanto custa descobrir se funciona. Resposta curta: não viajou na maionese. Dá para fazer, e dá para começar esta semana.

01 A ideia que você teve

Antes de mudar qualquer coisa, o que você falou, do seu jeito, para ficar claro que o plano nasceu daqui e não de outro lugar.

O que veio no sonho

Um produto digital sobre nunca mais ficar desempregado

  • Ensinar o básico de usar o ChatGPT e o básico de como se portar numa empresa.
  • Coisa que deveria ser óbvia para todo mundo, mas não é. Você chutou 90% das pessoas, e a sua régua está certa.
  • Vender sem o seu nome na frente, no tráfego pago, rodando sozinho.
O que mais vale nisso tudo

A história do sistema novo

  • Você contratou um ERP que nunca tinha usado, o suporte era pago, e você resolveu tudo perguntando para o chat, uma dúvida por vez.
  • Isso não é exemplo. É prova. Uma pessoa comum, sem time de tecnologia, destravando um sistema inteiro sozinha.
  • É a única parte desse produto que nenhum concorrente consegue copiar, porque aconteceu com você.
O apelido que seu marido te deu, inimiga do desemprego, é bom demais para virar título de anúncio, e é exatamente por isso que ele não vai ser o título. Ele diz quem você é. O anúncio precisa dizer o que o comprador ganha. São dois trabalhos diferentes, e o plano usa os dois.

02 A única mudança que eu proponho

O tema fica igual. O que muda é para quem a gente aponta o anúncio. Essa decisão vale mais do que tudo o que vem depois neste documento.

Se vendermos para quem está desempregado

O comprador mais difícil que existe

  • Não tem dinheiro. Em produto digital, esse é o pior público possível, por mais justa que seja a causa.
  • Quem está sem emprego costuma culpar o mercado, não a própria falta de ferramenta. Então não procura curso, procura vaga.
  • Nem eu nem você recolocamos ninguém no mercado. A gente não tem prova nenhuma para dar.
Se vendermos para quem tem emprego

Gente com salário e com medo

  • Tem dinheiro no bolso. Trinta e sete reais não dói em quem recebe todo mês.
  • O medo é diário e cresce toda semana. Todo dia sai notícia de inteligência artificial substituindo função.
  • A sua história do sistema novo fala exatamente com essa pessoa. É a colega dela na empresa.
Repare que o seu sonho continua inteiro. O conteúdo é o mesmo que você descreveu, a promessa continua sendo não ficar desempregada nunca mais. O que muda é que a gente conversa com quem ainda está dentro da empresa, e não com quem já está fora. É a diferença entre vender guarda-chuva antes e depois da chuva.

03 O que já existe lá fora

Antes de escrever uma linha, fui ver quem já está gastando dinheiro com anúncio nesse assunto. Ninguém queima verba em anúncio que não paga, então isso é o melhor termômetro que existe.

Ebook de IA no dia a dia
mercado quente
Vários anunciando agora mesmo. Um vende 500 prompts por R$19,90, outro vende 20 capítulos para resolver a vida com IA, outro vende IA para uma profissão específica. Concorrência aqui é sinal bom: significa que tem gente comprando.
Ebook de sair do desemprego
deserto
Encontrei um único anúncio ativo no Brasil inteiro sobre currículo e entrevista. Existem produtos parados em marketplace, mas ninguém está colocando dinheiro para escalar. Mercado vazio quase nunca é oportunidade: em geral é gente que já tentou e não pagou.
A brecha que ninguém ocupou
é a nossa
Todos vendem prompt, que é o comando solto. Ninguém vende a tarefa do trabalho já resolvida, com o medo real por trás. É por essa porta que a gente entra, e é ela que tira a gente da briga por preço.
O preço deles
R$19,90 a R$27
Quatro concorrentes colocam o valor dentro do próprio anúncio, e é essa a régua que o comprador já viu. Nosso preço fica acima dela, e é isso que decide o formato do produto na seção seguinte.

Dá para conferir um por um

Montei uma página só com os concorrentes que estavam anunciando, com quanto tempo cada anúncio está no ar e um botão para abrir cada um deles ao vivo. Vale a pena passar o olho antes de decidir qualquer coisa.

Ver quem está vendendo isso hoje

04 O produto

Nome curto para grudar, subtítulo longo para deixar claro o que a pessoa leva. Anúncio frio precisa dos dois no mesmo lugar.

Insubstituível

As 30 tarefas do seu trabalho que o ChatGPT resolve em 2 minutos, e ninguém te ensinou.

Formato: duas entregas pelo mesmo preço. A versão que abre no navegador, com as 30 tarefas em uma tela só e um botão de copiar em cada uma, e o PDF de mais ou menos 40 páginas para ler e guardar. A pessoa deixa a tela aberta numa aba enquanto trabalha e resolve na hora.

A ferramenta é construída primeiro, e o PDF depois. Ela é a única coisa da oferta que ninguém copia, e é ela que resolve o problema que derruba esse tipo de produto: a pessoa não tem como saber se funciona antes de pagar. Então três das trinta tarefas ficam abertas na própria página de vendas, funcionando, sem pedir e-mail e sem cadastro. A pessoa usa, vê o texto pronto aparecer, copia, e só aí decide se quer as outras vinte e sete.

Não é curso. Curso exige gravar aula, plataforma e suporte, e a gente levaria três meses para descobrir se a ideia presta. Assim a gente descobre em uma semana.

O que vai dentro da oferta

ItemO que resolve
Insubstituível
produto principal
As 30 tarefas do escritório resolvidas passo a passo, na tela e no PDF, com o texto pronto para copiar e colar. Três delas abertas na página antes de pagar.
Os 12 textos difíceisPedir aumento, dizer não para o chefe, cobrar um colega, responder cliente irritado. Tudo escrito, é só adaptar.
Sobreviva ao sistema novoExatamente o seu método do ERP, virado em passo a passo para qualquer sistema que jogarem no colo da pessoa.
Cola de bolsoUma página para imprimir e deixar embaixo do teclado.
Preço

Tudo isso, entrega imediata

R$37pagamento único

Repare que não tem coluna de preço inventado do lado. É comum nesse mercado somar valores fictícios dos bônus e mostrar um total riscado de duzentos e poucos reais. A gente não faz, por um motivo prático: ou a pessoa acredita naquele número e não entende por que está saindo por R$37, ou ela não acredita e perde a confiança na página inteira. A comparação que a gente usa é verdadeira e verificável: a prateleira cobra de R$19,90 a R$27 por um PDF, e o nosso custa R$37 com a ferramenta junto.

Por que a versão no navegador não é enfeite: a prateleira inteira cobra de R$19,90 a R$27 e todo mundo entrega um PDF. Se a gente entregar só um PDF, a gente vira o PDF mais caro da fila. Entregando também a ferramenta, a comparação deixa de existir, porque não é a mesma coisa mais cara: é outra coisa. E tem um detalhe prático que vale mais que o argumento: o trabalho chato de um PDF é copiar o texto de dentro dele. Na tela, é um clique.

A garantia que a gente dá

Sete dias, sem perguntar nada. Não é bondade nossa: compra pela internet tem direito de arrependimento por lei, então é melhor usar isso como argumento de venda do que fingir que não existe. Na página vai escrito assim: leia hoje, e se em sete dias você não resolveu pelo menos uma tarefa que hoje te trava, a gente devolve o dinheiro e você fica com os bônus.

Não vamos usar contador regressivo, últimas vagas nem promoção que acaba à meia-noite. É PDF, não acaba nunca, e todo mundo sabe disso. Urgência inventada derruba confiança justamente em quem estava quase comprando.

05 A esteira

Um produto só raramente paga o anúncio. A conta fecha quando quem já decidiu comprar leva mais alguma coisa junto. Mas cada degrau novo só nasce depois que o anterior deu número.

DegrauO que éPreçoQuando
1Insubstituível: o PDF mais a versão no navegador. construir agoraR$37semana 1
2100 prompts prontos da sua função, oferecido dentro do próprio checkout. construir agora+R$17semana 1
3Kit Modelos: 15 planilhas e documentos prontos mais 8 vídeos curtos mostrando a tela.R$67só se o 1 vender
4Versão reduzida do Kit para quem recusar o degrau 3.R$27junto do 3
5Insubstituível PRO: quatro casos novos por mês e um grupo. Receita que entra todo mês.R$29/mêscom 300 clientes

Os degraus 3, 4 e 5 estão desenhados aqui só para a gente não ter que redesenhar depois. Construir upsell antes de saber se o produto principal vende é trabalho jogado fora, e é o erro mais comum de quem lança pela primeira vez.

06 O caminho que o comprador percorre

Quatro passos. Cada um com uma coisa só para a pessoa fazer.

1
Instagram e Facebook

O anúncio

Vídeo de 20 a 30 segundos com a sua história do sistema novo, narrada em áudio. Você não precisa aparecer. A história é contada do lado de quem travou, não do lado de quem é dona da empresa: quem está do outro lado é funcionário, e ele precisa se ver ali dentro. Um dos três anúncios é a gravação da tela mostrando a ferramenta resolvendo uma tarefa, do começo ao fim, em quarenta segundos.

2
Página de vendas

Uma página, uma ação

O preço e o botão de comprar ficam na primeira tela, antes de rolar, e o botão acompanha a pessoa enquanto ela desce. Logo abaixo do botão ficam três tarefas liberadas para usar ali mesmo: a pessoa clica, o texto pronto aparece, ela copia. Sem cadastro, sem e-mail, sem quiz. Depois vem a sua história, as situações que ela vive todo dia, a lista das 30 tarefas pelo nome, a garantia e as dúvidas mais comuns respondidas, incluindo a mais importante delas: por que R$37 se tem PDF de R$19,90 nesse assunto.

3
Checkout

A oferta de mais R$17

Na hora de pagar aparece uma caixinha oferecendo os 100 prompts da função dela por mais R$17. Não vem marcada. É essa caixinha que paga o anúncio, e é ela que faz a diferença entre a operação empatar e dar lucro.

4
Entrega

O PDF na hora, e um empurrão no mesmo dia

Arquivo liberado na hora, mais um e-mail dizendo abra na página 12 e faça essa tarefa hoje. Uma ação só. Quem usa o produto no primeiro dia é quem compra o próximo.

Esse desenho parece óbvio, e ele é o resultado de um erro caro que a gente já cometeu num produto nosso: o botão de compra estava escondido atrás de um questionário de seis cliques. Resultado: 53 visitas pagas e nenhuma pessoa sequer chegou na tela de pagamento. Quase culpamos o produto quando o problema era o botão. Aqui isso não se repete.

07 Onde a gente vende

As duas candidatas óbvias no Brasil são Hotmart e Kiwify. Rodei a conta com as taxas reais das duas no nosso preço.

Taxa por venda
quase empate
Numa venda de R$37, sobram R$32,34 na Hotmart e R$31,18 na Kiwify. A Hotmart ganha por R$1,16. Vantagem dela, mas pequena.
Quando o dinheiro cai
Kiwify ganha
Cartão na Hotmart demora 30 dias, e antecipar custa 3,59%, ou seja, mais do que aqueles R$1,16 de vantagem. Na Kiwify o cartão sai em 15 dias e Pix cai em 2 dias sem custo nenhum. Em produto barato no Brasil, Pix é a maior fatia das vendas.
Decisão
Kiwify
Numa operação que lança toda semana e usa o faturamento para pagar o anúncio da semana seguinte, dinheiro parado 30 dias é o custo que mata, não a taxa. Se um dia a gente quiser vender com exército de afiliado, aí muda para Hotmart, que tem a maior rede do país. Para tráfego pago nosso, é Kiwify.

08 A conta, e como a gente descobre se funciona

Os números abaixo são hipótese de trabalho, e estão escritos para você poder cobrar depois. Quem dá o número de verdade é o teste, não a nossa opinião.

Por venda

O que sobra para nós

R$34líquido por venda

Contando que uma em cada quatro pessoas leve também os prompts de R$17, e já descontada a taxa da plataforma. Esse é o teto que a gente pode pagar por cliente no anúncio para empatar. Abaixo de R$20 por venda, escala. Acima de R$45, mata na hora.

Portão 1

Testar a promessa antes de escrever o livro

R$150em 48 horas

Sobem três anúncios com três histórias diferentes, e a página fica no ar com a ferramenta funcionando e o PDF ainda não escrito. O que esse portão mede não é venda, é cada degrau separado: quantos viram o anúncio, quantos clicaram, quantos usaram uma das três tarefas liberadas, quantos chegaram na tela de pagamento. A medição por etapa já está montada aqui de outro projeto, então não custa tempo nem dinheiro.

Isso muda uma coisa importante em relação ao que eu tinha escrito antes: com R$150, a campanha não pode ser otimizada para venda. Só entram cinco compras nessa verba, e o Meta precisa de bem mais que isso para aprender. Otimizar para venda sem venda nenhuma faz ele sair comprando o clique mais barato que encontrar, e aí o número que a gente lê no fim não vale nada. Nesse portão a campanha é otimizada para a etapa que acontece o suficiente para ter estatística.

Portão 2

Testar a venda

+R$200com o produto pronto

Só acontece se o portão 1 passar. Aí o PDF já existe, a entrega está ligada, a campanha passa a ser otimizada para venda de verdade, e a gente procura de três a cinco vendas para saber o custo real de cada cliente. Zero venda com R$150 gastos não quer dizer nada, e é importante você saber disso agora: a conta só começa a falar depois de umas 100 visitas na página. É por isso que o portão 1 não decide nada sobre preço nem sobre venda, ele decide sobre a promessa.

Custo de produção fora a verba de anúncio: praticamente zero. O ebook, os bônus, a página, os criativos e a parte técnica saem daqui, sem contratar ninguém. O único dinheiro que sai do bolso é o do anúncio.

09 Quem faz o quê

A divisão que faz esse projeto andar rápido: você entra com o que só você tem, eu entro com o que já está montado aqui.

Suemi

o que só você tem
  • 15 a 20 minutos de áudio contando os casos reais: o sistema novo inteiro, o que você resolve no chat toda semana, e o que você vê o pessoal errando dentro da empresa.
  • Um pedaço específico desse áudio, e ele é o mais importante: a hora em que você travou e não tinha a quem perguntar. Não o dinheiro que você economizou de suporte, e sim o desconforto de ter um sistema na sua frente que você não sabia usar, com gente esperando resposta. É essa parte que o comprador reconhece, porque ele vive isso na segunda-feira de manhã.
  • Conferir a lista das 30 tarefas antes de eu escrever, para tirar o que não acontece de verdade e incluir o que eu não teria pensado.
  • Ler o produto pronto antes de subir, com olho de quem vive o problema.

Altavance

o que já está montado aqui
  • Escrever o ebook, os quatro bônus e o pacote de prompts.
  • Página de vendas, checkout, entrega automática e os e-mails.
  • Criativos, campanha e operação diária do anúncio.
  • Toda a parte de medição, que é o que diz se está dando certo ou não.
A divisão é 50/50, e ela está escrita aqui para você poder discordar antes de a gente começar, não depois. Quatro linhas, e é só isso:
  1. Metade para cada um, no lucro. Lucro é o que sobra depois da taxa da plataforma e da verba de anúncio, não o faturamento bruto. Se entrarem R$1.000 e R$400 tiverem ido em anúncio e taxa, a gente divide R$600.
  2. Quem põe a verba recebe de volta primeiro. Os R$350 dos dois testes saem daqui, e voltam do próprio faturamento antes de qualquer divisão. Você não põe dinheiro em nada.
  3. Vale para tudo que sair deste produto. O produto principal, a oferta de R$17 no checkout, os degraus da esteira e a assinatura, se um dia ela existir. Não é metade só do primeiro produto.
  4. A sua história é sua. O seu nome e o seu rosto não vão para anúncio nenhum, como você pediu. Os casos que você contar podem ser usados no produto e nos criativos enquanto a sociedade existir, e param de ser usados se ela acabar.
Isso vira uma página assinada pelos dois antes do primeiro real de anúncio ser gasto. Não é desconfiança, é o contrário: sociedade de infoproduto azeda exatamente quando o dinheiro começa a aparecer e ninguém tinha combinado nada.

10 Para começar

Catorze dias, não dez. A ordem importa mais que a pressa: a ferramenta vem antes do texto, porque é ela que a gente precisa mostrar funcionando para alguém confiar em comprar.

Dia 1

Você lê o 50/50 da seção 09 e assina, ou me diz o que quer mudar. É o único passo do plano que não tem conserto depois, então ele vem antes de tudo.

Dias 2 e 3

Você grava o áudio com os casos reais. Eu construo a ferramenta com as 30 tarefas e deixo três delas abertas.

Dias 4 a 6

Página no ar em cima da ferramenta, checkout ligado, três anúncios prontos, medição por etapa instalada.

Dias 7 a 9

Portão 1 rodando com o PDF ainda não escrito. A gente lê o resultado juntos, etapa por etapa.

Dias 10 a 14

Passou: eu escrevo o PDF e os bônus em cima da história que venceu, ligo a entrega e abro o portão 2.

O áudio é o produto

Se tem uma coisa neste documento para você levar, é essa. Sem os seus casos reais, isso vira mais um ebook genérico de inteligência artificial brigando com o pessoal que vende 500 prompts por R$19,90. E aí a gente perde, porque eles chegaram antes e são mais baratos.

E conte do jeito que doeu, não do jeito que terminou bem. O sentimento que faz essa pessoa comprar não é medo de ser demitida, é vergonha de não saber uma coisa que todo mundo parece já saber. Medo paralisa e faz a pessoa fechar a página. Vergonha resolvida na mesma tarde faz ela comprar.

Com os seus casos, a gente vende uma coisa que ninguém mais tem como copiar. Grava no WhatsApp mesmo, sem roteiro, sem se preocupar em ficar bonito. Quanto mais bagunçado e específico, melhor.

Não viajou na maionese

A ideia é boa, o mercado está comprando, e a parte mais difícil, que é ter uma história verdadeira para contar, você já tem. Falta só gravar.

Mandar o áudio e começar Altavance Media · Gustavo Rodrigues